DOCUMENTÁRIO: Encontros com Extraterrestres - (Ep.1) A MENSAGEM & (Ep. 2) A Chegada [Discovery Channel]

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Encontros com Extraterrestes: A Mensagem

Classificação: Programa permitido para menores acompanhados dos pais
O que aconteceria se nós recebessemos uma mensagem dos extraterrestres? O que aconteceria quando eles chegassem na Terra? Descubra isso nesse programa.





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Encontros com Extraterrestres - (Ep. 2) A Chegada [Discovery Channel]
Um avistamento de uma nave espacial "vela solar" com o tamanho do Texas na América em direção à Terra a mais de 600 km/h!
23/12/2012 - Vídeo enviado por dawnoftheblackhearts·
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Estudo da NASA de uma vela solar
Velas solares são um tipo de propulsão que utiliza pressão de radiação para gerar aceleração. Elas são feitas de grandes espelhos membranosos de pouca massa que ganham momento linear ao refletirem fótons. A pressão de radiação à distância da Terra ao Sol é de aproximadamente 10−5 Pa[1] e é função inversa do quadrado da distância à fonte luminosa, se esta for pontual. Mesmo gerando aceleração de valor muito pequeno, velas solares são capazes de gerar aceleração constante por longos períodos e não requerem massa de reação, que geralmente totaliza uma fração significante da massa das espaçonaves que utilizam-na atualmente, possibilitando assim aumentar a carga útil da espaçonave e atingir grande velocidade. Várias tecnologias foram teorizadas a partir de velas solares de com usos para pequenas alterações de órbitas de satélites a propulsão de veículos espaciais para viagem interestelar.
Os conceitos científicos que embasam a tecnologia de velas solares são bem aceitos e difundidos, porém a tecnologia necessária para a construção viável de velas solares está em desenvolvimento, e missões espaciais baseadas em velas solares partindo de grandes agências ainda não foram executadas. Em 2005, em resposta à falta de interesse governamental, a organização Sociedade Planetária, movida por entusiastas, lançaria a espaçonave Cosmos 1, com propulsão baseada na tecnologia. Porém, o projeto fracassou pois houve uma falha no foguete que iria lançar a espaçonave de um Submarino, no Mar de Barents.
O conceito da tecnologia data desde o século XVII, com Johannes Kepler. Friedrich Zander na década de 1920 novamente propôs esse tipo de tecnologia, que tem sido gradualmente refinada. O intenso interesse recente de estudos científicos começou com um artigo do engenheiro e autor de ficção científica Robert L. Forward em 1984.
Princípio

Enegenheiro da NASA Les Johnson olha material de vela uma solar
Posiciona-se um grande espelho membranoso que reflete a luz do Sol ou de outra fonte luminosa. A pressão de radiação gera uma pequena quantidade de impulsão ao refletir fótons. Inclinando a superfície reflexiva em certos ângulos para a fonte luminosa, gera-se propulsão em direção normal à superfície. Ajustes nos ângulos das velas podem ser feitos com a ajuda de pequenos motores elétricos, para que a vela se incline e possa gerar propulsão na direção desejada.
Teoricamente, também seria possível gerar aceleração em direção à fonte luminosa, contrariando o senso comum, ao desacoplar parte da vela e utilizá-la para concentrar luz numa face reflexiva oposta à fonte de luz.
Trajetória otimizada proposta

Os métodos mais eficientes para utilizar velas solares envolvem manobras em direção à fonte de luz, onde a luz é mais intensa. Em meados da década de 1990 foi proposto um método que permite que uma espaçonave equipada com velas solares atinja velocidades de cruzeiro capazes de escapar do sistema solar a velocidades muito maiores do que as atingidas por outros métodos de propulsão avançados, como propulsão nuclear. Demonstrado matematicamente, esse modo de velejar foi considerado como uma das opções para viagens interestelares futuras pela NASA.
Confusão
Existe um mal-entendido que velas solares são movidas pelo vento solar, ou por partículas carregadas de alta energia do Sol. De fato, tais partículas gerariam impulso ao atingirem velas solares, porém esse efeito é pequeno comparado ao da pressão de radiação da luz: a força da pressão de radiação é cerca de 5000 vezes maior do que aquela gerada pelo vento solar. Existem modelos propostos que se utilizariam do vento solar, porém precisariam ser muito maiores do que velas solares convencionais.
Outros também teorizam que o princípio das velas solares violaria o princípio da conservação de energia. Esse não é o caso, já que os fótons perdem energia ao atingir os espelhos de uma vela solar ao passarem por desvio Doppler: seu o comprimento de onda aumenta, diminuindo sua energia, em função da velocidade da vela - uma transferência de energia dos fótons solares para a vela. A energia adquirida soma momento à vela.
Usos
Atualmente, painéis de controle de temperatura, coletores solares e outras partes móveis são utilizados ocasionalmente como velas solares improvisadas, para ajudar espaçonaves comuns a fazer pequenas correções ou modificações na órbita sem utilizar combustível.
Algumas até tiveram pequenas velas construídas propositalmente para esse uso. Satélites Eurostar da EADS Astrium utilizam velas solares ligadas a seus painéis solares para realizar tarefas de ajuste de momento angular, economizando conmbustível (esses satélites acumulam momento angular através do tempo como giroscópios e são utilizados para controlar a altitude da espaçonave). Algumas espaçonaves não tripuladas, como a Mariner 10, utilizaram velas solares para estender sua vida útil.
Robert L. Forward mostrou que uma vela solar poderia ser utilizada para manipular a órbita de um satélite. Velas solares poderiam, no limite, ser utilizadas para manter um satélite sobre um pólo da Terra. Espaçonaves com velas solares também poderiam ser posicionadas em órbitas próximas ao Sol que seriam estacionárias tanto em relação com a Terra ou com o Sol, que Forward nomeou de 'satatite', em referência à estaticidade relativa da espaçonave. Isso seria possível pois a propulsão gerada pela vela cancela o potencial gravitacional do Sol. Uma dessas órbitas poderia ser útil para estudar as propriedades do Sol por longos períodos: uma dessas espaçonaves poderia teoricamente ser posicionada diretamente acima de um pólo do Sol e permanecer naquela posição por períodos prolongados.
Forward também propôs o uso de lasers para impulsionar velas solares. Um feixe suficiente poderoso expondo uma vela solar por tempo suficiente poderia acelerar uma espaçonave até uma fração significante da velocidade da luz. Essa tecnologia, porém, iria requerir lasers incrivelmente poderosos, lentes ou espelhos gigantescos.

Referências

Ligações externas

Extraído de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Vela_solar
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Ver também

Propulsão de naves espaciais



Concepção artística de uma vela solar.
Alguns métodos de propulsão de naves, como as velas solares permitem um empuxo fraco, mas inexaurível;[7] um veículo interplanetário que use um destes métodos poderá seguir trajectórias diferentes, ou empurrando constantemente a nave contra a direcção do movimento de modo a diminuir a distância ao Sol ou empurrando constantemente no sentido da direcção do movimento de modo a aumentar a distância ao Sol.
Eventuais naves desenhadas para viagens interestelares também teriam de recorrer a sistemas de propulsão. Ainda que não tenha ainda sido criada qualquer nave deste tipo, muitos modelos têm sido discutidos. Como as distâncias interestelares são particularmente grandes, seria necessária uma velocidade extremamente elevada para que a nave chegasse ao seu destino num período de tempo razoável. Conceder tal velocidade à partida e desacelerar à chegada representará um enorme desafio para quem projectar estas naves.[8]
Leia na íntegra aqui:
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Maior vela solar do mundo será lançada em 2014


Projeto desenvolvido pela NASA permitirá aos astronautas utilizar a energia solar para se locomover no espaço.
Por Wikerson Landim em 16 de Fevereiro de 2013

Maior vela solar do mundo será lançada em 2014 (Fonte da imagem: Divulgação/NASA)
Navegar distâncias longas no espaço não é uma tarefa fácil. Para isso é necessário fazer enormes reservas de energia, o que torna as espaçonaves caras e limitadas. Entretanto, um projeto desenvolvido pela NASA e previsto para ser lançado em 2014 pode criar uma espécie de “posto de abastecimento” espacial.
Trata-se da Sunjammer, a maior vela solar já construída. O projeto é uma construção da Garde L. Inc., da cidade de Tustin, na Califórnia, e mede 38 metros quadrados quando totalmente aberta. A vela tem apenas 5 microns de espessura e pode resistir a temperatura entre -273 e 400 graus Celsius.
“Todas as viagens espaciais hoje são limitadas pela capacidade de armazenamento de energia, o que torna os projetos muito caros”, explica Billy Derbes, engenheiro-chefe da Sunjammer. “Se você apresenta uma tecnologia com alcance ilimitado e com um custo mais baixo, isso pode abrir uma nova forma de pensar sobre como fazer as coisas no espaço”, completa.
A NASA pretende colocar a Sunjammer à bordo da Space X já no próximo ano, visando realizar os primeiros testes de viabilidade. Engenheiros da NASA vão inspecionar a altitude da vela, as condições de navegação bem como a estabilidade de voo que ela é capaz de proporcionar. Caso tudo dê certo, a tecnologia pode até ser usada no setor privado para operações de mineração em asteroides.
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SETI Institute

Não deve ser confundido com o SITE Institute.
Que é a busca de entidades terroristas internacionais (SITE) Grupo de Inteligência é uma organização que monitora a atividade online de organizações terroristas
Trecho extraído de: http://en.wikipedia.org/wiki/SITE_Institute

O logotipo do Instituto SETI
O Instituto SETI é um sem fins lucrativos organização cuja missão é "explorar, entender e explicar a origem, natureza e prevalência da vida no universo ". SETI representa a "busca por inteligência extraterrestre". Um programa é a utilização de ambos, rádio e telescópios óticos para procurar sinais deliberados de inteligência extraterrestre . Outra pesquisa, perseguida dentro do Centro Carl Sagan para o Estudo da Vida no Universo, inclui a descoberta de planetas extra-solares, potenciais para a vida em Marte e outros órgãos dentro do Sistema Solar, e as condições de habitabilidade da galáxia (incluindo o estudo de extremófilos ).
Esforços públicos do Instituto SETI de divulgação incluem trabalhar com professores e alunos na promoção da educação científica e no ensino da evolução, trabalhar com a NASA em missões de exploração, como Kepler e SOFIA , e produção de um programa semanal de ciência: Ciência Big Picture .
Trecho extraído de: http://en.wikipedia.org/wiki/SETI_Institute
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Publicado por Andrea Cortiano em 16 abril 2013 às 2:14 em VIMANAS - AS NAVES DE SHAMBHALA. em http://portaldosanjos.ning.com/ - http://portaldosanjos.ning.com/group/osltimosguardiesdogrupodapazluzeamor/forum/topics/documentario-encontros-com-extraterrestres-ep-2-a-chegada-discove

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